Publicado por: Alice (...e o Espelho Quebrado) | 31 de janeiro de 2009

O Poder do Agora, Eckhart Tolle.

Nossas mentes nos projetam ao próximo momento: é sempre o que faremos, como agiremos, o que comeremos, onde dormiremos; ou nos submerge num passado sem fim: o que nos aconteceu, quem amávamos e o que lhes aconteceu, de onde viemos, o que alcançamos ou o que perdemos.

Quanto tempo investimos no momento presente, o AGORA, o momento em que se dá nossa respiração atual? Pouco.

Porque vemos o momento atual como um meio para se chegar no futuro, seja ele imediato ou não. Nos concentramos tanto nisso, que, por vezes, deixamos o presente passar em branco, porque insatisfeitos, ansiamos por mais e acreditamos que a felicidade estará em outro local, outro tempo ou outro espaço.

Nos projetamos no futuro por não querermos estar conosco, no momento atual, que é de transição entre o passado – sua última respiração – e o futuro – a próxima respiração.

Nos desconectamos de nós mesmos na loucura ansiosa dos dias nervosos em que vivemos, na busca de momentos mais felizes ou tranquilos no futuro.
Ou pior, mergulhando de cabeça nas lembranças do que se foi.

Enquanto isso, o presente escorre por nossos dedos e aumenta o vazio de nossos dias.

O autor explica de forma sucinta como conectar-se com o momento presente, como direcionar a atenção, como controlar a ansiedade corrosiva, como dominar a mente irrequieta que por muitas vezes nos atrapalha, mais do que ajuda.

Eu não sou perfeita; ainda estou na metade do livro e ainda sou dominada pela inquietação de minha mente, pela ansiedade. Mas garanto que já fui muito mais ansiosa do que agora.

Prosseguirei com a leitura e quem sabe, conseguirei dominar melhor minhas emoções, minha mente e mergulhar em todo meu Ser.

Estou organizando meus hds, porque desde que esse meu novo computador foi montado, senti falta de algumas pastas de músicas que estavam no HD antigo e que o Armando jurara ter passado para o novo. Como o antigo e o novo estão juntos, bastou uma busca simples apenas para me confirmar o zóbvio: milhares de pequenas preciosidades estavam esquecidas no hd antigo. Agora faço a transferência de pastas, para deixar tudo juntinho, alcançável e tocável, como sempre deve ser.

[ouvindo: The killing moon, Echo And The Bunnymen.]

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